12 Outubro 2006

EXPOSIÇÃO "PAVILHÕES E MUSEUS" DE ÁLVARO SIZA VIEIRA EM ANDORRA

EXPOSIÇÃO "PAVILHÕES E MUSEUS" DE ÁLVARO SIZA VIEIRA EM ANDORRA
Organizada pela Embaixada, com o apoio do ICA, do Ministério de Cultura de Andorra, da Ordem dos Arquitectos de Andorra e do Banco Crèdit Andorrà. Serão apresentados sete projectos: Centro Galego de Arte Contemporânea em Santiago de Compostela, Museu de Arte Moderna da Fundação Serralves no Porto, Pavilhão de Portugal na Expo 98, Pavilhão de Hannover na Expo 2000, Fundação Iberê Camargo em Porto Alegre, Galeria de Arte Habitação, Von Mideen Dupont na Bélgica e Serpentine Gallery em Londres. Todos os projectos são apresentados com esquiços, desenhos técnicos, fotografias e maquetas. O comissário da exposição, Arquitecto Carlos Castanheira proferirá uma conferência na Ordem dos Arquitectos de Andorra no dia 10 de Outubro e a exposição será inaugurada no dia 11 de Outubro no local emblemático do claustro do Santuário de Meritxell, ficando patente ao público até ao dia 2 de Novembro.

Igreja de Marco de Canaveses, de Álvaro Siza Vieira

Álvaro Joaquim de Melo Siza Vieira (Matosinhos, 25 de Junho de 1933) é um arquitecto português estabelecido no Porto, de prestígio internacional. Formou-se na Escola Superior de Belas Artes do Porto, que frequentou de 1949 a 1955. Influenciado, numa primeira fase da sua obra por nomes internacionais da arquitectura como Adolf Loos e Frank Lloyd Wright, cedo Siza conseguiu afastar-se dessas influências claras e traçou a sua linguagem que nos remete tanto a influências clássicas como ao desenho claro e limpo que definiu a obra de Mies, os planos horizontais, a clareza das formas, o requinte do espaço. Criando marcos arquitectónicas na história da arquitectura portuguesa como a Casa de chá, as Piscinas de matosinhos, o Museu Serralves, a igreja de Marco de Canavezes, ou mais recentemente, o Museu para a Fundação Iberê Camargo em Brasil onde Álvaro Siza marca uma nova linguagem arquitectónica, muito á semelhança de Corbusier que na sua terceira fase afasta a racionalidade das villas, Siza consegue-se re-interpretar ou mesmo se re-desenhar, procurando uma linguagem que, até então, tinha vindo a mostrar em alguns apontamentos de obras recentes. complexidade formal aliada a uma aparente simplicidade do desenho.

fonte: wikipedia

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